O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante e a cerimônia de sanção da nova Lei Geral do Turismo com o ministro do Turismo, Celso Sabino. Lula também assinou o acordo entre o Brasil e a ONU (Organização das Nações Unidas) Turismo para a instalação de escritório da instituição no Rio de Janeiro. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira e o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) também participaram, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). | Sérgio Lima/Poder360 -18.set.2024

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva celebrou a retirada do Brasil do Mapa da Fome da ONU, conforme divulgado no relatório “O Estado da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo 2025”. O relatório mostrou que menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição, permitindo que o país deixasse a lista de insegurança alimentar grave. Lula expressou sua felicidade e enfatizou a importância de incluir os pobres no orçamento para combater a fome e a pobreza.

Ele afirmou que ter muito dinheiro nas mãos de poucos gera pobreza, enquanto o oposto promove a distribuição de riqueza e combate à desigualdade. Lula declarou seu compromisso de ser um “soldado mundial contra a fome”, criticando gastos excessivos em armas e defendendo um investimento igual em alimentação e desenvolvimento ambiental.

O Brasil havia saído do Mapa da Fome em 2014, mas voltou à lista em 2022. Agora, com dados mais recentes, o índice melhorou. No entanto, especialistas destacam que a fome ainda persiste, pois muitos brasileiros não têm dinheiro suficiente para comprar alimentos de qualidade, a produção agropecuária é focada na exportação, e mudanças climáticas afetam o abastecimento. Existem ainda desertos alimentares em várias regiões do país.