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por: Marcio Nato Rodrigues - Curitiba(PR)

Data: 28/09/2017 às 09h03min - Atualizada em 28/09/2017 às 09h03min
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O fotojornalista Levy Ferreira, 62, conta que começou a trabalhar com foto de “uns tempos para cá”. O que ele não conta é que esses “tempos” já somam 20 anos.



É o que diz o ditado popular: o tempo passa mais rápido quando a gente faz o que gosta. No caso de Levy, trocar o estresse da produção e edição de vídeo pelo fotojornalismo foi o ponto de virada.



“Eu queria trabalhar com menos estresse, fazendo o que gosto. Deu certo”, diz. Depois de 15 anos em diferentes emissoras, estados e até mesmo países Levy conseguiu ficar apenas com a foto e fincar o pé em Curitiba.



“Como diria o prefeito, ‘Curitiba é bela!’ (risos). Aqui todos os lugares são ricos em foto”, diz.



As imagens que mais gosta de compor são ao final da tarde ou à noite. O resultado são paisagens bucólicas e noturnas. “Fotografia é o trabalho com a luz, mas é com ‘pouca’ luz que saem as melhores fotos”, defende.



Levy também gosta de desconcertar o leitor ao retratar paisagens conhecidas dos curitibanos de ângulos diferentes: “Você olha minha foto e se pergunta: isso fica no Largo [da Ordem]? Porque não é aquela imagem do Largo que todo mundo está acostumado a ver”.



Sobre o trabalho de fotojornalismo, ele define como sendo a capacidade de exprimir algo grandioso com uma única foto. Mas não é só isso o que o atraiu para a profissão. “O que eu mais amo na fotografia é a liberdade. Liberdade de expressão. É o teu olhar ali, de mais ninguém”, finaliza.



Fonte: PMC



 



 



 



 



Olhar Curitiba mostra a cidade noturna do fotógrafo Levy Ferreira